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Clínica
e código.

Compliance, segurança, interoperabilidade e IA aplicada à saúde — escrito por quem constrói o software.

Cinco ícones de sistemas comuns de consultório — prontuário, microfone, laudo, resumo e chat — cada um com uma etiqueta "IA" antes escondida e agora visível, sob o título do artigo

CFM 2.454

Você já usa IA no consultório. Provavelmente sem saber.

Ninguém na clínica abriu o ChatGPT, mas o prontuário sugere CID, o ditado transcreve sozinho e o laudo chega com achado marcado. Para a Resolução CFM 2.454/2026, tudo isso é IA — e a norma vale para o que já estava em uso. Os cinco lugares onde ela se esconde, o que muda quando você descobre, e os quinze minutos que resolvem.

Carlos Avila 11 min
Um quadro com doze células numeradas, quatro delas destacadas com borda tracejada vermelha e a legenda "sem resposta, sem contrato", sob o título do artigo

CFM 2.454

As doze perguntas que o fornecedor de IA não quer ouvir

Os guias de escolha de software para clínicas avaliam agenda, prontuário e "segurança" — e resumem conformidade a uma frase. Desde a Resolução CFM 2.454/2026, quem compra um sistema com IA precisa fazer doze perguntas antes de assinar. Quatro delas decidem o contrato.

Carlos Avila 10 min
Um celular com uma foto clínica no rolo da câmera, setas saindo dela para a nuvem, para um grupo de colegas e para uma rede social, e uma etiqueta de metadados com data, hora e coordenadas, sob o título do artigo

LGPD

Fotos clínicas no celular: o arquivo que sincroniza sozinho

A foto da lesão nasce no celular pessoal, sobe para a nuvem, aparece entre as fotos da família e carrega a coordenada de onde foi tirada. O que a LGPD, o Código de Ética e a CFM 2.336/2023 dizem sobre isso, e um checklist para a foto nascer no lugar certo.

Carlos Avila 11 min
Um crachá cortado ao meio e, ao lado, uma lista de sistemas do consultório em que três acessos continuam ativos, sob o título do artigo

LGPD

O dia em que alguém sai da equipe

A recepcionista que sai leva no celular o WhatsApp do consultório, a senha do prontuário no navegador e a planilha de pacientes no e-mail pessoal. Nenhum ataque externo é mais provável do que isso. O que a LGPD e o Código de Ética pedem, e um checklist de desligamento para o dia — não para o trimestre.

Carlos Avila 10 min
Uma porta fechada com placa e, ao lado, uma estante de prontuários com a etiqueta "20 anos a partir do último registro", sob o título do artigo

Prontuário

O prontuário quando a clínica fecha

Aposentadoria, saída de sócio, encerramento, morte. O prontuário precisa ser guardado por vinte anos a partir do último registro — e ninguém combina quem guarda. O que a Lei 13.787, a Resolução CFM 1.821 e o Código de Ética dizem, o que os conselhos responderam a quem perguntou, e o que preparar enquanto a clínica ainda está aberta.

Carlos Avila 11 min
Três blocos marcados dia 1, dia 2 e dia 3, um relógio com o ponteiro partindo da marca "você soube", e a legenda "três dias úteis", sob o título do artigo

LGPD

Os três primeiros dias de um vazamento

O notebook furtado, a planilha mandada para o paciente errado, o ransomware no prontuário. A Resolução CD/ANPD 15/2024 dá três dias úteis para comunicar — contados de quando a clínica soube. O que fazer em cada um desses dias, o que não fazer, e o plano de uma página que fica na gaveta.

Carlos Avila 11 min
Diagrama de um arquivo pacientes.xlsx se multiplicando em cópias na nuvem pessoal, no e-mail, na recepção e com quem saiu da equipe, sob o título do artigo

LGPD

Sua planilha de pacientes é um banco de dados sensível

A planilha de controle de pacientes resolve um problema real e cria outro. Você provavelmente tem base legal para mantê-la — o que falta é controle. Como deixá-la defensável, e quando ela deixa de bastar.

Carlos Avila 8 min
Balões de conversa de WhatsApp separados por uma linha tracejada com o aviso de que ali é canal e não prontuário, e um backup em nuvem marcado como cifra opcional, sob o título do artigo

LGPD

WhatsApp no consultório: o histórico que ninguém decidiu guardar

O conselho comum é guardar as conversas como registro. Seguido ao pé da letra, ele cria um arquivo clínico na nuvem pessoal do médico. O que a CFM 2.314/2022 exige da plataforma, o que vai para o prontuário, e a configuração mínima.

Carlos Avila 8 min
Diagrama de um pipeline em três etapas — anonimizar localmente, extrair com IA, consolidar — sob o título do artigo

IA

IA na análise documental clínica: por que desidentificar antes

Extrair e classificar documentos clínicos com IA funciona — desde que o modelo nunca veja o paciente. O pipeline anonimizar → extrair → consolidar, com um caso real.

Carlos Avila 9 min
Diagrama mostrando um documento clínico passando por desidentificação local (anonimiz.ar) antes de chegar a uma IA generativa, sobre o título do artigo "IA generativa na saúde: a promessa é real, o risco também"

IA

IA generativa na saúde: a promessa é real, o risco também

A adoção de IA generativa dispara na saúde enquanto privacidade, segurança e preparo profissional ficam para trás. Um raio-x com dados reais — e o que fazer a respeito.

Carlos Avila 7 min